Como levar remédios em viagens de avião?

Toda viagem requer planejamento e atenção aos preparativos, porém, no caso de viagens internacionais, esse cuidado deve ser redobrado.

Alguns detalhes podem variar de acordo com a companhia aérea escolhida, porém, no geral todas seguem as recomendações da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac). Neste artigo foram separadas as principais dicas para transportar medicamentos em uma viagem internacional.

Receita

O recomendado é que todo medicamento transportado possua receita médica. Nela deve estar o nome do paciente, em inglês ou na língua do país de destino. Para medicamentos básicos no Brasil como anti-inflamatórios e analgésicos não é comum o comprovante de receita, porém, nos Estados Unidos, por exemplo, a dipirona possui venda proibida e nesse caso a receita servirá como validação de compra correta.

Remédios de uso contínuo

Caso sejam remédios de uso contínuo,é fundamental ter uma prescrição médica. Sempre é válido ressaltar que ela deve estar em nome do passageiro – em inglês ou no idioma do país de destino. Além disso, é recomendado levar a quantidade necessária para o período fora do país e até um pouco a mais, para caso de imprevistos como perdas ou atrasos aéreos. O quanto será levado também não pode ser exagerado, para não dar a impressão que o transporte está sendo feito para venda no exterior.

Prefira a bagagem de mão

Uma das primeiras dúvidas pode estar na escolha de onde acomodar os medicamentos: na bagagem de mão ou na mala despachada? Uma dica é acondicionar em embalagem original e na bagagem de mão até mesmo os fármacos que não serão utilizados durante a viagem aérea. Isso porque, caso se opte pela mala despachada, pode ocorrer extravio do material e isso traz grandes problemas para o passageiro. Principalmente se o medicamento for de uso contínuo e não ser disponível no país de destino.

Medicamentos líquidos

Segundo a Anac, medicamentos líquidos não possuem restrições de acondicionamento. Apenas se recomenda que estejam em embalagem original, para verificação do nome e fabricante. Todavia, no caso de medicamentos líquidos alguns cuidados devem ser tomados para que não ocorram surpresas no momento da inspeção. Para o caso de voos internacionais, medicamentos líquidos que comportem até 100ml podem ser transportados sem restrições, porém no caso daqueles que excedam 100ml, algumas normas devem ser seguidas:

  • Levar receita em nome do passageiro e no idioma do país de origem;
  • De acordo com o receitado, transportar apenas o necessário para o percurso aéreo, incluindo voos, conexões e escalas;
  • Assim que passar pela área de segurança do aeroporto, é preciso avisar que está acomodando tais medicamentos, para evitar mal entendido.

Seringas de insulina e bombinhas para asma

Para portadores de doenças que necessitem de medicamentos com aplicação via seringa, agulhas ou canetas, é permitido o embarque com tais acessórios desde que se tenha receita conforme orientação para remédios de uso contínuo. Os frascos devem seguir as normas para medicamentos líquidos, de acordo com o volume transportado. As mesmas regras se aplicam para o uso de bombinhas para asma ou broncodilatadores. Caso o passageiro necessite de balão de oxigênio, ele pode levar seu próprio equipamento, caso esteja devidamente homologado e a companhia aérea esteja avisada. Muitos voos possuem, em seu suprimento, oxigênio para o caso de emergências, porém nesse caso pode ser cobrada uma taxa pelo uso.

Regras específicas

Para evitar surpresas na viagem é recomendado se atentar às regras adicionais da companhia aérea escolhida, que podem variar de empresa para empresa. Outra dica também é verificar as normas do país que se está visitando. Assim como no Brasil, a responsável pelo controle dos medicamentos é a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA), cada país possui seu órgão regulamentador que pode ser pesquisado para viajar de forma mais tranquila.

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